Em outros Gua, o nove ocupar a segunda posição representa habitar a flexibilidade alcançando o centro, sem excesso de rigidez.
No Gua Ainda não concluído, o Santo toma profundamente a imagem do Gua como advertência, aclarando o caminho do serviço respeitoso e dócil aos superiores. O Não Concluído é o tempo de aflição para o caminho do soberano.
A quinta linha, com flexibilidade, ocupa a posição régia, enquanto a segunda linha possui talento vigoroso e yang, habitando o posto de devida correspondência, sendo quem deve ser empregado.
A firmeza tem a tendência a sobrepujar a brandura, e a água carrega a imagem de vencer o fogo. Em tempos de perigo e aperto, tudo depende do ministro de talento; cumpre-lhe, portanto, esgotar a via do respeito e da submissão.
Daí a advertência de frear as rodas para obter a retidão e a boa fortuna. Travar as rodas refreia o ímpeto e modera o avanço, prevenindo contra o excesso de firmeza. O excesso de firmeza inclina à insubordinação e à escassez de docilidade.
Guo Ziyi e Li Sheng, da dinastia Tang, nos momentos de perigo e não conclusão, souberam levar a reverência e a submissão ao extremo, razão pela qual alcançaram a retidão e asseguraram boa fortuna duradoura.
Para o Seis na quinta posição, fala-se de sua firmeza correta, ventura e radiância, esgotando a excelência do soberano; para o Nove na segunda posição, adverte-se quanto ao respeito e à submissão, esgotando a retidão do vassalo: assim se aperfeiçoa a conduta entre superiores e inferiores.